Volto com essa “coluna” para mostrar minhas impressões sobre mais um creminho maneiro, hauhaha,
Na verdade, o título desse post deveria ser “Creme para as mãos L’Occitane”, pois a primeira coisa que vocês tem de saber sobre o assunto é que a L’Occitane tem esse mesmo creme, em diversos “sabores” diferentes. Já havia provado esse creme em outras versões, e a textura é bem parecida.
Falar que esse creme tem “sabor” faz muito sentido, porque ele é extremamente perfumado – assim como todos os produtos da marca francesa. Esse, em particular, faz até alusão ao seu lado gourmet na embalagem, repararam? Escolhi essa fragrância – de Limão e Tangerina – porque adoro tudo o que é cítrico. E amei.
Após usar esse creme por duas semanas cheguei à conclusão de que ele é prático. Sim, essa é a melhor palavra. Ele não vai fazer milagres com as suas mãos, não vai hidratar suas cutículas perfeitamente, mas é muito bom para manter tudo em ordem, com a vantagem de poder ser usado a qualquer momento, inclusive no trabalho, com a garantia de que não vai melecar nada. Ele é absorvido em segundos pela pele, deixa um brilho Ainda não encontrei nenhum outro assim, e para mim isso é perfeito, porque pego em papeis o dia todo no trabalho.
A desvantagem é que ele é, hum, caro. Alguns vão considerar bem caro (paguei R$ 37 na loja da marca), mas após a dor no bolso ví que o custo benefício é bom e, além disso, uma gota do tamanho de sei lá, uma gota de chocolate antes de derreter (?) é suficiente para hidratar as duas mãos.
Vou aproveitar esse post para elogiar o ótimo atendimento que tive na loja quando fui comprar o produto. Fui na loja da Oscar Freire e entrei lá com esse cara de pobre deslavada, comprei apenas o creminho e acredito que fui tratada como uma cliente que leva mil presentes e gasta 500 reais. A vendedora me mostrou outros produtos, me contou sobre as coleções novas, fez meu cadastro e me deu um saquinho com várias amostrinhas (perfume, shampoo, condicionador e cremes faciais), Nem preciso dizer que me encantou, né? Voltarei lá já já =)
Muitas marcas e empresas deveriam aprender que é possível transformar um pequeno cliente num cliente grande. Agora que trabalho com atendimento, tenho percebido cada vez mais isso. Na empresa onde trabalho, um dos pressupostos para um bom atendimento é que o cliente não é só a pessoa que já tem um relacionamento formal com a empresa, mas sim TODOS que entram pela porta. Acho isso genial (sei lá se todos cumprem, mas é bom, hauahau).
E mais um adendo (o último): apesar da “fama” da Oscar Freire ser uma rua de esnobes e metidões (e é), recebo sempre esse padrão de atendimento da L’Occitane em todas as lojas que frequento de lá (não são muitas né, mas enfim). Combinando com o fato de ser tudo a céu aberto (não curto muito shoppings), estou frequentando a rua cada vez mais – sem botox na cara e uma empregada que carregue minhas sacolas, é claro.







